Apesar do contexto ímpar a que assistimos em Portugal, julho foi o mês escolhido para distinguir, uma vez mais, o trabalho exemplar de 12 empresas do sector agrícola nacional, naquela que foi a 8ª edição dos Prémios Valorfito. 

Valorfito

A sustentabilidade do setor esteve em destaque nesta oitava edição, que este ano num encontro virtual, reconheceu o importante trabalho dos Pontos de Retoma e convidou os parceiros para o debate e reflexão sobre o estado da atividade.

Os números de 2019 abrem a discussão para algumas daquelas que foram as maiores dificuldades na recolha de embalagens e introduzem conclusões a respeito da entrada de dois novos fluxos nos dados de globais de recolha. Um desafio ao crescimento nacional, demonstrando a força de um sector cada vez mais preocupado com o caminho para a eficiência e sustentabilidade na agricultura.

Balanço positivo no que respeita às práticas nacionais, já que, apesar de um ligeiro decréscimo face a 2018, registámos uma taxa de retoma de perto de metade das embalagens dos produtos fitofarmacêuticos distribuídos no nosso país – 45% – numa altura em que passaram a ser contabilizados biocidas e sementes, 2 novos fluxos ainda a viver uma fase inicial e a encaixar-se nos valores globais de recolha.

Além disso, destaque ainda para as quantidades declaradas, que cresceram 4,7%, que se explica pela entrada de duas novas variáveis (sementes e biocidas) que se encontram ainda com um envolvimento precoce por parte do sector, apontando-se este como o principal desafio nas taxas de recolha a nível nacional.

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