Ambas as pragas atacam as plantas ornamentais. Em relação à traça do bruxo, está em curso o segundo voo e, possivelmente, o início do terceiro, como se tem observado nas armadilhas colocadas em alguns locais.

Vespa asiática

As larvas nascidas nesta época do ano, passarão o inverno num estado de desenvolvimento inicial, com 3 a 5 mm (L1 – L2), abrigadas em “ninhos” feitos com folhas secas e semi-comidas, agregadas com fios produzidos pela própria larva.

Observe as plantas regularmente. Se detetar a presença de lagartas, deve ainda aplicar um inseticida nesta altura, introduzindo a calda, a pressão, bem no interior da copa dos arbustos ou das sebes. 

A vespa asiática

Esta praga exótica está em plena criação e por conseguinte, numa fase em que dizima ativamente as colmeias de abelhas. Procure localizar os ninhos no alto de árvores de grande porte, mas também em casas e outras construções, estejam abandonadas ou por vezes até ocupadas, em silos, chaminés, telheiros, entre outros. 

Não confunda os ninhos da asiática invasora Vespa velutina com os da europeia, Vespa crabro, e não os destrua. Comunique a presença do(s) ninho(s) à Proteção Civil, aos Bombeiros das proximidades, às Câmaras Municipais, que dispõem e coordenam os meios e conhecimentos necessários para o combate a esta praga

Não procure destruir os ninhos “por conta própria”, pois pode correr graves riscos e o resultado ser um fracasso. Além disso, há o perigo de destruir, por confusão, os ninhos da vespa europeia, aumentando o território disponível para a vespa asiática.